. AGE IN FASHION YEARS .

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A busca pela juventude começou a ter força na moda a partir dos anos 60, e, desde então, não parou mais. Ou melhor, só se intensificou.

Foi-se o tempo em que as pessoas se vestiam de acordo com sua idade. Hoje os mais velhos se recusam a envelhecer, enquanto para os mais novos a regra é quanto mais adulto e mais sexy, melhor. É sobre isso a matéria publicada hoje por Laura Demasi no site The Cool Hunter. O texto é super interessante, fala sobre como hoje pais e filhos se vestem do mesmo jeito, compram nas mesmas lojas e… seguem as mesmas tendências.

Crescimento das preocupações com o bem estar e com o corpo, as milhares de dietas existentes, academias pipocando por todo lugar, plásticas e botox, tudo para fugir do terrível fantasma da idade e do envelhecimento. Com as pessoas usando e abusando de todos esses meios para parecerem mais novas, é de se esperar que suas roupas e modo de vestir refletissem essa obsessão pela jovialidade.

Mas não é só uma questão de parecer mais jovem. Ao contrário de antigamente, hoje, principalmente as mulheres em seus 40+ ainda estão na ativa no meio de trabalho, competindo com mulheres bem mais novas. É ai que aparece a importância de cuidar da imagem. Parecer mais jovem, não só aproxima as mulheres mais velhas de suas jovens competidoras, como também mostra que estão antenadas em tudo o que há de novo, que tem um olhar e pensar para frente.

Quando se olha para os adolescentes, o que se vê é o oposto. Cada vez mais, jovens em seus 12, 13 anos, estão se vestindo e parecendo muito mais velhos do que realmente são. Alguns chegam até a beirar o ridículo – quando não passam a ser -, pois seu corpo, atitude e comportamento, não condizem com o seu modo de vestir. E aqui não basta só parecer adulto, tem que ser sexy também, o que traz o problema do ridículo de volta, e mais forte.

Não é de se espantar, se for levado em conta que as referências de moda e fashion icons admirados por esses adolescentes são quase sempre mais velhos que eles, e também servem de referência para seus pais. O fato de o acesso à moda ter crescido muito também explica essa situação. Mãe e filha lêem as mesmas revistas de moda, se baseiam nas mesmas celebridades, sem contar que estão á alguns clicks de distância das mais novas tendências e coleções de inúmeras marcas.

Até mesmo bebês e crianças estão sendo vestidos de forma diferente. Hoje grandes marcas estão investindo em linhas – fofíssimas - para bebes. Assim, pais podem vestir seus filhos do mesmo jeito que se vestem, como se fossem verdadeiras miniaturas de si mesmos.

. L .

. IV SEMINÁRIO MODA, PERFORMANCE E ESPETÁCULO .

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Aconteceu na quinta e sexta-feira (19.10.06 e 20.10.06 respectivamente) o IV Seminário Moda, Performance e Espetáculo, no Centro Universitário Senac. O evento, promovido pelo Mestrado em Moda, Cultura e Arte, procurou abordar os processos criativos que interligam a moda e arte. Além disso, também foi discutida a inserção do vestuário, como forma de linguagem midiática, no sistema de comunicação atual. Para isso, o evento contou com uma série de debates e palestras, além de uma exposição, instalações multimídias, performances e desfiles.

Na quinta-feira (19.10.06) rolou a performance (In) Permanência, do professor, designer e consultor de moda, José Luis de Andrade, que trabalhou em cima da estrutura das roupas usando apenas tela de algodão, botões, barbatanas, viés e ombreiras.

No mesmo dia ainda aconteceu a performance Vestis, com concepção da Profa. Dra. Luisa Paraguai e performance de Dani Gatti. A perfomer vestia um macacão perto sob quatro círculos de tubos plásticos. Acoplado a estes estavam sensores de presença, que quando ativados faziam com que a circunferência dos círculos se alterasse, alterando a silhueta da roupa. Isso foi possível graças ao trabalho conjunto de Luisa com engenheiros mecatrônicos, responsáveis por desenvolver um mecanismo computadorizado que fazia com que motores de aeromodelismo fossem ativados pelos sensores de presença, para aumentar ou diminuir a circunferência dos círculos.

A intenção da Luisa Paraguai era “materializar a experiência sensorial dos espaços corpóreos determinados pelo usuário e participantes em volta”. E foi justamente isso que aconteceu quando a performer se apresentou, interagindo com o público, que ao se aproximar, via a roupa se mover e se transformar.





Fotos desfile e exposição de saias por Mariana Sampaio

Já na sexta-feira (20.10.06) rolou um desfile de saias masculinas. A estilistas Jéssica Janetti da Oliveira partiu da desconstrução da calça – umas das peças que melhor representa o vestuário masculino tradicional – para chegar nas saias, como uma tentativa de pensar o homem moderno. Assim como Jean Paul Gaultier – um dos primeiros estilistas a colocar homens de saia na passarela, e responsável por revolucionar o guarda-roupa masculino em fins do séc. XX –, Jéssica acredita que a masculinidade está no interior, e não na aparência.

Essa desconstrução se deu principalmente no gancho das calças. Assim, de uma pantalona se foi para um sarouel, e deixando o gancho cada vez maior, chegou-se a seu desaparecimento completo, transformando a calça numa verdadeira saia. O interessante foi notar que mesmo na total desconstrução, ou seja, nas saias propriamente ditas, ainda podia ser ver resquícios de uma calça, fosse no corte, na abotoadura, na estampa, ou em uma tira que saía da barra da frente para ser presa na barra de trás, representando a pura disfuncionalização do gancho.

As saias em geral estavam bem interessantes, principalmente as mais curtas. Estas vinham bem trabalhadas com pregas, plissados e texturas. As saias mais longas, claras – em tons pastéis de bege e cru -, foram trabalhadas com amarrações e abotoaduras, deixando alguns looks com uma estética levemente étnica - lembrando as túnicas e indumentária asiática e árabe. Já as saias com corte de alfaiataria pareciam mais re-interpretações das criações de Jean Paul Gaultier, Alexander McQueen ou Alexandre Herchovitch.

Os destaques ficaram por conta de uma saia verde, com comprimento até o joelho, com um trabalhando de plissado na lateral, uma xadrez do mesmo comprimento, com a barra toda assimétrica, e uma feita por camisas amarradas na cintura.




Na exposição, no foyer do centro de convenções, também haviam trabalhos bem interessantes, como o de estilista e professor Gustavo Matavelli, onde foi representado a desconstrução do processo de criação. Através de intervenções artísticas em fotografias de suas criações, Gustavo partia de uma imagem bem subjetiva e conceitual, para um poema que expressava em palavras o conceito da criação, até chegar na roupa pronta.



Outros dois trabalhos expostos faziam referências à relação da moda com o design. O de Winnie Bastian foi o que melhor representou esta aproximação, ou, melhor dizendo, uma verdadeira convergência entre a moda e o design. “Vestir o móvel; sentar na roupa” foi sua proposta. Assim, Winnie criou uma rede vestível. O mesmo objeto podia ser usado como uma rede ou como um vestido.





Já o de Rita Quintanilha buscou demonstrar ressonâncias, ou reflexos do design e também a arquitetura na moda, mas especificamente durante o pós-guerra até a era JK (1945 – 1961). Assim buscou traduzir nas roupas formas de obras arquitetônicas e objetos domésticos desta época. Daí se explica o vestido na forma da Catedral de Brasília, um new-look baseado num abajour, uma saia balão inspirada a partir de uma luminária, um vestido fazendo referência ao memorial de JK, e um vestido inspirado numa cadeira típica dos anos 50.

. L .

. HOT OR NOT .

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Fotos do site SHOWstudio.com

Já está no ar o jogo Style Clash, do SHOWstudio em parceria com a loja de departamento Beams. À apenas 1 hora e 48min on-line, o jogo já recebeu 16.301 participantes. No total são 1.447 participantes.

O jogo funciona assim: vão aparecer duas fotos e você clica na que achar mais legal. Ao clicar na foto aparece a porcentagem de votos que aquela pessoa já recebeu. Depois que você votou em 10 combinações de fotos, é possível ver como seus votos alteraram as porcentagens de votos das fotos escolhidas, ou continuar jogando.

O dono look mais votado ganha ¥ 1.000.000,00 em Gift Card da Beams. Já o segundo e terceiro lugar ficam com ¥ 200.000,00 e ¥ 100.000,00 em Gift Card respectivamente. E o eleito pelo júri fashionista recebe também ¥ 100.000,00.

Os looks vão de mega produções, tipo drags, fantasias, colegiais, lolitas, à estéticas de tribos urbanas, como punks, góticos e indies, até looks bem sem sal, sem nada de mais. Alguns são incríveis, outros bizarros. Vale a pena passar lá para dar uma jogadinha!

. L .

. STYLE CLASH .

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Amanhã começa o jogo Style Clash, organizado pelo SHOWstudio. De 14 a 16 de outubro um fotografo ficou na vitrine da loja de departamento descolex Beams – que comemora agora seu aniversário de 30 anos -, tirando fotos de qualquer um que se julgasse dono de um estilo que valesse a pena ser registrado.

As fotos desses vários fashionistas, moderninhos, punks, góticos, indies e aspirantes a tudo isso, serão usadas num jogo interativo no site do SHOWstudio. Assim, internautas e um grupo de celebrities e fashionistas vão eleger quem tem o melhor look.

A lista de fashionistas e celebridades que vão participar do jogo, elegendo três looks que mais gostarem, incluem nomes como:

. o hype fotografo Nick Knight,
. diretora de arte e compradora Sarah Collete, da Collete,
. o estilista Peter Jensen,
. Jun Takahashi, estilista da Undercover,
. a modelo e agora aluna da conceituada universidade Cambridge, Lily Cole.

. L .

. PARANOIDS CELL PHONE .

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A Sharp está lançando no Japão o celular SH903i, perfeito para pessoas - como eu – que morrem de medo que o conteúdo do seu celular seja conhecido por outros.

O SH903i vem com um software que reconhece o rosto do seu usuário, fazendo com que os dados do celular só sejam acessados pelo dono. O aparelho também conta com uma espécie de filtro de privacidade, impedindo que a tela seja vista pelas laterais.

Como se fosse pouco, o celular ainda espanta mosquitos através da emissão de uma freqüência sonora que mantém esses bichos irritantes bem longe.

Para quem já teve o celular roubado, e já sentiu a péssima sensação de um estranho tendo livre acesso a todo o conteúdo do seu celular, a novidade para ser bem interessante.

. L .

. NATURE SHOUTS #2 .

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Um dos meus primeiros posts foi sobre novos estilistas engajados com a proteção ambiental em seus trabalhos. Ultimamente, o tema tem estado bem em alta. A revista Nylon criou à algum tempo um seção chamada Green Page, onde divulga trabalhos de estilistas que, além de criarem peças super moderninhas, confeccionam suas roupas com tecidos 100% naturais, livre de qualquer método poluente em sua produção.

A questão ambiental não acaba nesses novos talentos. Grandes marcas estão começando a adotar uma maior responsabilidade ambiental em seus trabalhos. A última empresa a entrar nessa área foi a Levi´s.

Segundo matéria do site do SPFW, a marca criou uma calça jeans totalmente orgânica, sem nada de poluentes. É tudo natural: o algodão é orgânico, a etiqueta é de papel reciclável, e não é nenhum pedaço de metal na calça – os botões são de casca de coco. Até o lugar onde as calças são confeccionadas são próximas ao local onde o tecido de algodão é preparado para diminuir o nível de poluição emitido por caminhões durante o transporte.

. L .

. CARRY IT .

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Sapatos e jóias já foram, agora chegou a vez das bolsas! Para o próximo verão elas vêm em estilos bem variados, mas em geral grandes. Algumas bem maxi mesmo!

. LUELLA .

. BURBERY .

As com estilo lembrando um saco bem grande, com ar despojado e solto também apareceram bastante.

. CHANEL .

. STELLA McCARTNEY .

. DONNA KARAN .

. MISSONI .

. MARNI .

Coco Chanel já diza que as mulheres adoram correntes! Suas bolsas foram eternizadas na moda, servindo de influência para outros criadores até os dias de hoje.

. LOUIS VUITTON .

. DIOR .

. LOUIS VUITTON .

Outras receberam aplicações de franjas ou patchworks

. LOUIS VUITTON .

. FENDI .

. PRADA .

O estilo sacola de feira, mercado ou até de praia é outro high light da temporada. Já tendo aparecido antes nas passarelas, esse estilo parece estar voltando com bastante força.

. LOUIS VUITTON .

. MARC JACBOS .

. BOTTEGA VENETA .

. LUELLA .

Fotos por Dan Asbhy/Style.com

. MORE IS MORE .

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When it comes to jewelry, things are getting pretty big.


. YOHJI YAMAMOTO .




. CHANEL .

. PUCCI .

. HUSSEIN CHALAYAN .


. HERMÈS .



. YVES SAINT LAURENT .



. LANVIN .

. LOUIS VUITTON .

. STELLA McCARTNEY .

Fotos por Dan Ashby & Oliver Claisse/Style.com

. XXX PERMITIDO PARA MENORES .

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Apesar do nome, XXX, este livro não contém nenhuma imagem que possa ser considerada como, digamos, de conteúdo adulto. Muito pelo contrário, o conteúdo deste livro, é muito mais romântico do que erótico. Assinado pelos artistas Jane e Jeremy, XXX são reproduções manuais das cenas de beijos que a dupla mais gosta. As imagens são bem variadas, vão de filmes desde Edward Mãos de Tesoura até Dirty Dancing.

Totalmente oposto ao tema de XXX, a dupla ainda produziu outro livro, ainda com base no cinema, chamado +++. Neste, ao invés de beijos apaixonados, as imagens são de cenas de morte.

Ambos são todos feitos à mão - até a encadernação – e são edições limitadas.

. L .

. CREATIVITY NOW .

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A dupla de grafiteiros Os Gêmeos é uma das atrações da quarta conferência anual Creativity Now, organizada pela revista Tokion, sempre de olho no que há de mais novo e importante em arte, design, cinema, fotografia, novas mídias e moda. O evento rola neste fim de semana no Cooper Union Great Hall em NY.

Os Gêmeos participam de um debate/palestra de como a arte de rua influência a paisagem urbana. Outros destaques do evento são:

. uma palestra que tenta provar que a televisão pode, sim, ser uma forma de entretenimento, diversão e educação;
. um debate com os diretores de cinema Mike Mills, Justin Theroux e Phil Morrison;
. uma palestra sobre paparazzi na cena noturna, com Partick McMullan;
. um debate sobre a revista como forma de arte, moderado pelo diretor criativo da revista Visionaire, Greg Foley.

. L .

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