. HIPERINDIVIDUALISMO .

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Já leu a coluna “Última Moda”, do Alcino Leite Neto, na Folha de São Paulo? Se não, corre lá porque o assunto está ótimo e super atual. O Alcino foi à Tóquio, semana passada, para cobrir a inauguração da nova loja do Alexandre Herchcovitch.

Mas este foi o assunto da coluna de sexta passada. Agora Alcino fala do peculiar e, por que não, quase único estilo dos jovens japoneses. Segundo o jornalista, com quem eu concordo totalmente, lá o comprometimento da moda com as tendências deixou de vigorar. É muito mais um processo de criação ou produção de um estilo pessoal do que mera tendência. É um pouco daquela história que já falei aqui, de que hoje em dia cada vez mais as tendências deixam de ser a principal preocupação de um estilista.

O que os jovens japoneses fazem lá, é o que todo mundo deveria fazer. É usar a moda como forma de expressão de uma individualidade e personalidade. É saber misturar diversos elementos, de diversos tempos e estilos, para compor o seu próprio. “A vontade de se distinguir socialmente por meio da roupa foi elevada a uma dimensão absoluta – hiperindividualista -, em que não interessa nem mesmo definir a classe social a que se pertence, mas parecer um caso único, sem rótulo possível.”, nas palavras de Alcino.

É o que Lipovestky caracteriza como a moda de hoje. Antes o papel de distinção exercida pela moda era puramente baseado em status social e na divisão de classes. Hoje, a distinção da moda supera os limites sociais e classistas. É sobre o indivíduo que ela se foca.

Mas por que será que isso acontece principalmente no Japão e no oriente? Não que em outros lugares do mundo não hajam pessoas que “brinquem” com as roupas, que se vistam como forma de mostrar um “statement”. Mas é que lá o número de indivíduos que usam a moda como forma de expressão pessoal é assustadoramente maior. Naoki Takizawa – diretor criativo da Issey Miyake – disse uma vez em entrevista a i-D que os designers orientais são (ou foram) em sua maioria de vanguarda, devido ao fato de queo oriente tem uma história de moda totalmente diferente da moda ocidental. Assim, os estilista se vêem mais livres para experimentar e inovar.

. L .

. NOVO DIRETOR .

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Kris Van Assche

O que todo mundo já previa finalmente aconteceu. Hedi Slimane, até então diretor de criação da Dior Homme, foi desligado ontem da Dior. De acordo com nota publicada no jornal WWD, Slimane e a LVMH (grupo proprietário da Dior) vinham tendo conflitos freqüentemente, desde de junho do ano passado.

O motivo dos desentendimentos parece ser o fato de Slimane planejar abrir sua própria marca, sem querer abrir mão do posto que assumia na Dior. O atrito entre o estilista e a empresa estava afetando toda a estrutura da companhia. Assim, ontem a LVMH decidiu cortar todos os laços com o Slimane.

Substituto

Hedi Slimane já tem substituto. Comprovando os boatos, o escolhido foi o estilista belga Kris Van Assche, que já trabalhou na marca antes de lançar sua própria grife em 2005. Kris foi escolhido por já conhecer a estrutura da LVMH e por sua ótima alfaiataria.

As últimas coleções de Kris tem agradado aos editores e compradores internacionais. Além de sua marca registrada, a alfaiataria, o estilista foca-se na questão do hibridismo entre o sport e chic – super tendência -, sempre prezando o conforto, sem deixar a sofisticação de lado.

Segundo o WWD, a Dior está em busca de novos rumos para sua linha masculina, porém sem perder seus traços característicos.

Será que agora a marca de Hedi Slimane finalmente sai?

. L .

. MONÓLOGO DE MODA .

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Segunda-feira (26/3) começou a seqüência de palestras e workshops, que se estendem até sexta (30/3), ministradas pela diretora do Sutdio Berçot, Marie Rucki, que veio a São Paulo à convite da Escola São Paulo.

O ABOUT FASHION esteve lá nas duas primeiras palestras que tiraram fashionistas, estudantes de moda e gente interessada no assunto bem cedo da cama. As 9h da manhã Marie Rucki já se encontrava na frente de uma das salas de cinema Cinemark Iguatemi – onde acontecem as palestras – pronta para iniciar a conversa, ou melhor, monólogo, como ela mesmo brincou.

O tema abordado no primeiro dia foi o rumo da moda. Mas para entendermos o caminho é preciso olhar para trás, para onde a moda tem suas origens. Assim, faço da Biti minhas palavras: “para começar a entender deste metiér (o da moda), é preciso ter uma boa base, muita informação e cultura de moda.” É preciso olhar, conhecer e entender o passado, as origens do termo e significado da palavra moda e a própria história deste meio.

Mas enfim, para onde caminha a moda? Segundo Rucki, para uma lado mais esportivo, mais descontraído, mais sólido e sem muitos detalhes. “Menos detalhes e mais volumes, mais chic e menos glamour”, nas palavras da professora.

E é justamente isso que observamos nas últimas coleções. Silhuetas cada vez mais soltas, formas mais amplas, sempre prezando o conforto. Esquemas de cores, ao invés de estampas e aquela e aquela historia do sport-chic que já falamos aqui.

Mudanças? Poucas e quase que imperceptíveis aos olhos leigos. Para Rucki a última grande revolução na moda, aconteceu nos anos 60, com a minissaia, que refletiu numa profunda mudança comportamental. Hoje a moda é estática, as poucas invenções se dão de forma quase que invisíveis e milimetricamente, mas ao longo do tempo acabam por mudar uma silhueta. É mais uma questão de novas proporções, do que de novas roupas. Sem contar nas inovações têxteis, nos tecidos tecnológicos que vêm ganhando espaço a cada estação.

Informação, mídia e imprensa

Ainda no primeiro dia, Madame Rucki já começou a preparar o terreno para próximo tema a ser abordado: “A relação das pessoas com a mídia”. Reconhecendo que com a internet a informação de moda ficou mais acessível, Rucki alerta para o perigo que a má interpretação e a falta de conhecimento basilar pode gerar. “A rapidez da informação disseminada pela internet gera confusão. É preciso entender e decodificar as imagens que se vê”.

A internet é uma ótima ferramenta do ponto de vista informativo. As fotos que vemos na internet tem o único objetivo de informar, ao contrário dos editorias de moda de revistas, que estabelecem uma relação com o observador através da comunicações. As fotos nestes editorias contém expressão e estilo específico, que são transmitidos através da imagem.

Segundo Rucki, uma boa revista de moda é aquela que produz/mostra a moda, ao mesmo tempo que cria sua própria. Assim, a mídia impressa tem papel importantíssimo na criação de moda. Para Rukci, os desfiles são apenas o fechamento de tudo o que foi lançado e mostrado pelas revistas de moda. Estas servem de base para os estilistas e diretores de arte confeccionarem suas coleções, proporcionando inspirações, noções de cores, silhuetas e formas.

Marie Rucki deixou bem claro que é preciso identificar-se com aquilo que lemos. É preciso fazer uma escolha dentre as revistas, para sabermos qual se aproxima mais do estilo pessoal de cada um. Só assim, ao meu ver, é que a relação pessoal que uma imagem de moda estabelece com seu observador, poderá ser realmente bem assimilada e absorvida.

No mesmo dia, Rucki ainda falou das importância das celebridades para a imagem das marcas e sobre as modelos. Mas isso é assunto de outro post que sai daqui a pouco no FilmeFashion.

. L .

. SOMMER NA TNG .

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A TNG está com novo diretor criativo. O antigo posto de Henry Alavez agora é ocupado pelo estilista Marcelo Sommer, que passa a responder por todas as linhas da marca.

Segundo nota publicada no jornal Folha de São Paulo, Sommer terá total liberdade para criar, porém sempre de olho no mercado. Tito Bessa, dono da TNG quer levar as criações de Sommer para todas as lojas da marca e ainda quer que haja um perfeita sintonia entre o estilo de Sommer e a essência do sportswear da TNG.

A primeira coleção de Sommer para a TNG deve ser apresentada já na próxima edição do Fashion Rio, que acontece entre 4 e 10 de Junho.

Sommer vendeu a grife que carregava seu nome para o grupo AMC Têxtil em 2004, e um ano depois foi desligado da marca. Proibido de usar o próprio nome por questões legais, Sommer criou coleções especiais para C&A e para o Grupo Cultura Afroreggae. Na última edição da SPFW, Sommer voltou às passarelas com sua nova grife: Do Estilista.

. L .

. SEM CANELAS DE FORA .

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Em setembro do ano passado, a tradicional, e até bastante careta, marca principalmente masculina, Brooks Brothers, anunciou uma colaboração no mínimo inusitada. Devido a baixa popularidade, a grife convidou o estilista Thom Browne para assinar o estilo da marca. Detalhe, quem incentivou, e muito, os executivos da Brooks Bother a chamarem Browne, foi ninguém menos que Anna Wintour.

Vencedor do prêmio de melhor estilista masculino do CFDA Awards – oscar da moda americana -, Browne é um dos principais criadores de moda masculina nos EUA. Com alfaiataria de corte impecável tem nas calças curtas – com barra acima do tornozelo - sua assinatura. Na última semana de moda de NY agradou editores com seus ternos em tecidos rígidos e outwear volumoso e de formas exageradas.


Segunda (19/03), Browne reuniu fashionistas e editores novamente, para mais um desfile: agora de sua coleção para Brooks Brothers. O clima antes de desfile era de mistério, já que fica difícil imaginar como um estilista, digamos, para frente como Browne, iria traduzir seu estilo para a estética conservadora da marca. Mas o resultado foi uma ótima
surpresa.

Browne consegue agradar os tradicionais clientes da marca, ao mesmo tempo que chama a atenção de novos e mais jovens consumidores. Looks mais clássicos, com tecidos bem comuns na lojas Brooks Brothers, dão início ao desfile, que aos poucos ganham ar mais moderno, com looks mais ajustados ao corpo, em tecidos típicos das criações de Browne. Tweed, flanela, lã e veludo, vêm em cinza, intercalados por marinho, vermelho, branco e caqui.

Ah, e sem nenhum tornozelo à mostra!

. L .

Fotos por Marcio Madeira

. PUSHING THE ENVELOPE .

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Com certeza todo mundo mais ligado ao meio da moda já ouviu falar do estilista inglês Gareth Pugh. Um dos responsáveis por atrair novamente os olhos do mundo fashion para a London Fashion Week – que vinha bem apagada -, foi ele quem colocou vestidos iluminados na passarela, criou volumes e formas inusitadas e exageradas, tirando quase que totalmente o desenho da silhueta humana.

Ótimas criticas, chuva de elogios e até visita da Anna Wintour – uma de suas maiores admiradoras – no backstage não são suficientes para dar uma vida glamourosa para o jovem estilista. Apesar de todo frisson de suas coleções, o inglês, que sonhava em ser dançarino, diz nunca ter vendido uma única peça. É graças ao patrocínio e apoio que recebe do projeto New Generation da TopSho, que Pugh consegue viver e confeccionar suas criações.

Mas nem por isso Pugh deixa seu conceito e estilo de lado. Ok, concordo com tudo mundo quando dizem que em sua última coleção (inverno 2007/08), Pugh veio com apelo mais comercial. Mas discordo totalmente quando o criticam por estar deixando o lado financeiro falar mais alto. Sim, sua coleção de inverno 2007/08 veio mais “usável”, mas longe de ser comercial. Ao meu ver, esta coleção foi prova viva de que Pugh está longe de se render ao comercial, as mesmices e regras de tendência.

I’m going to do for catsuits what Calvin Klein did for pants.“, disse Pugh em entrevista a Vogue UK. Aí fica claro que o que ele realmente deseja é levar a moda para frente. É inovar o mercado, a indústria e, por que não, o modo como nos vestimos hoje. Assim, Gareth Pugh se coloca entre os mais inovadores, modernos e vanguardistas criadores de moda. É só torcer para ele não cansar de tentar!

. L .

P.S.: para quem não sabe o que Calvin Klein fez com as calças – e principalmente o jeans -, foi ele um dos primeiros a introduzir o conceito de jeans de marca. Foi ele quem conseguiu elevar o status da até então, barata calça jeans.

. LIBERTÉ .

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Amanhã, quarta-feira (21/03), acontece o lançamento da coleção inverno 2007 da designer de bolsas Daniella Zylbersztain, na loja/showroom Clube de Estilo.

Liberdade é a palavra da vez para o inverno de Daniela. “Padrões impostos tornam todos sempre insatisfeitos e gananciosos. Acredito que a liberdade seja justamente essa quebra de padrões”, conta Daniela que elegeu a asa como ícone representativo da coleção “Liberté”. Estas vêm em ferragens estilizadas aplicadas sobre as bolsas ou em estilo art decó, confeccionadas com jacquard.

O destaque da coleção são as maxi bolsas e as clutches de apelo mais moderno e perfume retro. Itens mais casuais e desestruturados também marcam presença na coleção, que tem o preto, cinza, verde oliva e beterraba como as principais cores.

O Clube de Estilo fica à Al. Gabriel Monteiro da Silva, 399, Jd. Paulistano.

Acima, vídeo da Daniela Zylbersztain para sua coleção inverno 2007.

. WE BUY DESIGNERS, NOT TRENDS .

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Looks Balenciaga e Lanvin, inverno 2007/08

Saiu uma matéria da Cathy Horyn ontem no jornal New York Times fazendo um resumo das semanas de moda internacionais. Melhores desfiles, principais tendências, must-have, tudo lá. Mas o que é mais interessante é uma citação da Julie Gilhart, diretora de moda da Barneys New York, conceituada loja de departamento: “We buy designers, not trends” (Compramos estilistas e não tendências).

Ainda na mesma matéria Cathy Horyn dá vários exemplos para comprovar a tese, que ela mesma apóia. As coleções de Raf Simons, para Jil Sander e de Alber Elbaz, para Lanvin, são os exemplos de designers que fizeram com que seu próprio estilo – ou da marca para qual trabalham – prevaleçam sobre as tendências da temporada.

Não que isso vem sendo uma constante nas semanas de moda. A própria Lanvin acabou se rendendo ao futurismo no verão passado, apresentando uma das melhores versões da tendência. Nicolas Ghesquiére, para Balenciaga, que vez uma das coleções mais “individuais” da temporada, também apostou no futurismo na coleção passada. Mas nesta última temporada de moda em particular, onde a maiorias dos designers decidiram voltar para a realidade depois de uma viagem no espaço, o estilo próprio acabou falando mais alto. E não por acaso, nas melhores coleções desta estação. Balenciaga, Yves Saint Laurent, Miu Miu, Prada, Louis Vuitton, Undercover e Lanvin todas buscaram dar mais valor a um estilo específico – do estilista ou da marca.

Há quem diga que é o fim das tendências – pelo menos de moda -, mas na minha opinião é apenas o desejo por um “statement of their own”, nas palavras de Julie Gilhart. Ou seja, um desejo por uma maior individualidade no vestir, por mais maquiada que esta possa ser. As calças de cintura alta e alargadas abaixo do joelho da Givenchy, são ótimos exemplos. Apesar do império do skinny – já em decadência no meu ver – continuar exercendo sua soberania no mercado, por isso o desejo de se destacar usando algo totalmente diferente, mas ainda sofisticado e moderno.

. L .

Fotos por Marcio Madeira

. NOT SO FAST FASHION .

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Já entrou na Zara, ou H&M para os mais viajados, e encontrou algo que deixou para comprar na semana que vem, mas quando voltou lá para buscar a peça não estava mais lá? E não só aquela bendita roupa, como quase tudo que você viu na semana anterior?

Este é o famoso fenômeno do fast fashion, onde algumas marcas renovam suas coleções com as tendências mais quentes, de semana em semana. Lojas como Zara, H&M e TopShop, captam as principais tendências da estação e traduzem para suas coleções numa velocidade assustadora. Versões mais em conta, mas nem por isso de menor qualidade, das roupas desfiladas por grandes grifes são disponibilizadas para um público mais abrangente.

Assim, não é difícil ter a sensação de não conseguir acompanhar o ritmo do fast fashion e das sempre novas tendências. Foi pensando nesse público que a H&M decidiu lançar a COS, uma segunda linha focada em produtos mais clássicos, atemporais.

Uma boa camisa, blazer e calça – jeans ou alfaiataria – dificilmente “saem de moda”. São peças que, quando de boa qualidade e bom corte, duram longos tempos. E é ai que a COS entra com força, apostando em tecidos de melhor qualidade e durabilidade e em peças clássicas.

Além de referências à alfaiataria, casacos, jaquetas, vestidos e saias mais básicas, a COS ainda investe em looks para noite mais suntuosos do que os disponíveis nas demais redes de fast fashion.

. L .

. AVANT GARDE .

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Na moda, vanguarda traduz as idéias que ainda não foram assimiladas pelo grande público e que trazem grandes novidades em seu conteúdo” – Marco Sabino, Dicionário da Moda.

Vanguarda é o oposto do comercial. Não necessariamente o conceitual, mas aquilo que traz uma idéia de inovação, que ninguém, ou quase ninguém, está usando ou apto para usar.

Tudo isso para comentar um exercício que um conhecido aplicou em uma aula para alunos de um curso de moda aqui de São Paulo. O exercício era bem simples, dividir as marcas nacionais em três grupos: clássicas, atuais e de vanguarda. As duas primeiras foram uma beleza. Listas e mais listas de nomes de grifes e estilistas do eixo Rio-SP.

Quando chegou a vez das marcas de vanguarda, a coisa ficou bem diferente. Ao contrário do mercado internacional, a lista de marcas ou estilistas vanguardista beirou a nulidade. Pois é, isso mostra bem para onde nosso mercado de moda é dirigido e qual é, de fato, o perfil do consumidor brasileiro. E mais alarmante ainda é que apesar de ter uma das mais promissoras indústrias de moda do mundo, o grosso dela, ainda vive do mimetismo do que é apresentado nas semanas de moda internacionais.

Enfim, o que quero saber aqui é quais marcas nacionais são para você, leitor, de fato de vanguarda, e por que. Vamos lá, comente ai, que depois eu falo quais vieram para mim!

. L .

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