H&M Fashion Stuff

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[youtube=http://www.youtube.com/watch?v=ewUdVDmc4mw]

Acho que todo mundo já conhece, ou já ouviu falar do jogo de simulação da vida real The Sims. Pois bem, o programa, que está na sua segunda edição, é aquele em que o jogador pode construir casas e ainda brincar com os sims (personagens do jogo), simulando uma vida perfeitamente normal.

A novidade agora é novo pacote de expansão para o jogo: The Sims 2 H&M Fashion Stuff. Com ele seus Sims podem comprar as últimas tendências. De mini vestidos, chemises até roupas mais casuais como jeans e camiseta, tudo inspirados pelas próprias roupas da H&M real. Além disso ainda é possível decorar a loja do seu próprio jeito, com manequins, araras, caixas, provadores e até uma passarela para os Sims desfilarem suas roupas novas.

O The Sims2 H&M Fashion Stuff chega às lojas no dia 5 de junho.

. L .

. LUIS VITON .

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Fotos por Alexandra Farah/Glamurama

Óculos Prada por R$70,00, óculos de sol Rayban Aviator por R$20,00, bolsa de matelassê Marc Jacobs por R$450,00, bolsa Louis Vuitton de canvas, coleção verão 2007, por R$120,00, carteira Miu Miu de matelassê com ferragens por R$215,00. Não, os preços baixos não são reflexos de uma grande liquidação e sim valores cheios dos produtos à venda no shopping Stand Center, em São Paulo.

Conhecido como a meca dos “gadgets”, o shopping funciona à 10 anos em plena Avenida Paulista, servindo como referência quando o assunto é preço baixo em artigos eletrônicos. Importante ressaltar que apesar da grande quantidade de produtos pirateados e falsificados, nem tudo se enquadra nesses padrões. Este foi um dos principais pontos que levou a justiça federal a indeferir o pedido de fechamento do shopping, por parte do Ministério Público Federal, Advocacia Geral da União e Ministério Público Estadual.

Apesar de grande parte dos 10 milhões de reais mensais de faturamento vir da venda de artigos eletrônicos, as réplicas – como as vendedoras das lojas chamam os produtos falsificados – de artigos de moda são outro grande atrativo e, principalmente para o público feminino. “Sempre que venho ao Stand Center, dou uma paradinha para ver as bolsas. Outro dia até levei uma”, conta Roberta, recepcionista de eventos da FIESP.

São cerca de 3 lojas que vendem artigos de moda falsificados, em sua maioria acessórios em couro, como bolsas e carteiras, sempre de marcas de luxo internacionais. Os preços variam de acordo com o modelo, material utilizado – couro legítimo ou sintético – e, é claro, a proximidade estética com o produto original. Em média, os produtos não são dos mais baratos. Uma bolsa de couro sintético enrugado, Prada, coleção outono/inverno 2006, sai por R$800,00, um quarto do valor de uma legítima. Claro que com um pouco de barganha se consegue ótimos descontos.

“Porque todas minhas amigas têm”, conta Giovanna, estudante do colégio Dante Alighieri, que acaba de comprar uma bolsa de jeans, estampada com monogramas da Louis Vuitton e não vê nenhum problema em comprar produtos falsificados, “ninguém vai saber que não é verdadeira”, comenta.

“Quando uma pessoa compra um item falsificado, é porque se identifica com o conceito da marca, mas não tem condições para bancar uma peça legítima”, conta Gustavo Matavelli, professor de moda da Faculdade de Moda do Senac. É um objeto de desejo, que satisfaz a vontade de um pessoa em pertencer a determinado grupo, ou de mostrar um suposto status social.

“Talvez seja falta de conhecimento e informação, porque gastando o mesmo, ou um pouco mais eu compro um produto de uma marca nacional de qualidade superior à uma falsificação, além de estimular o mercado de moda nacional”, diz Cristina Gabrielli, consultora de imagem. Ou seja falta um olhar mais exploratório do consumidor brasileiro, uma maior pesquisa do que temos a disposição na moda brasileira, mas isso só vale para aquelas pessoas que não estão comprando uma Prada por pura ostentação de marca, mas sim por ter um design arrojado e visual sedutor.

Há quem veja um lado positivo nas falsificações. Do ponto de vista do estilista, significa um grande aceitação a apreciação do público consumidor. “O lado bom das cópias e que mostram o quanto meu trabalho é reconhecido e o quanto as pessoas gostam do que eu faço”, conta Pat Falcão, designer de jóias.

Para a consultora de moda, Costanza Pascolato, em entrevista para o Fashion Marketing, o grande número de cópias, e até por parte das grandes redes de fast fashion como Zara e H&M, significa que a moda caminha para uma maior democratização. Assim, afirmar que a indústria da moda, sofre uma crise, não é 100% verdade. A moda de luxo, essa sim, que está em crise, já que está sendo copiada aos montes pelas redes de fast fashion e outras marcas mais acessíveis.

Ao mesmo tempo, a França, onde grande parte da economia provém da moda de luxo é relutante a tal previsão. Para proteger este seleto, mas poderoso mercado, entrou recentemente em vigor uma lei que estipula o pagamento de multas de até 300 mil euros ou 3 anos de prisão, para quem for pego portando um item falsificado.

. L .


Texto reprodução de uma matéria minha para um trabalho da faculdade.

. NOVIDADES NA BLOGOLÂNDIA .

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Blogs com links para sites, notícias, vídeos, imagens, enfim, tudo que tem de mais novo e interessante na internet, é o que não faltam. Mas nenhum deles chegou perto do The Bookshelf of Death, o blog do André Felipe, diretor de arte da Ag 407 e editor do InVitro.

Totalmente outside de box, o blog não tem textos, só imagens. Imagens repetidas por toda a tela funcionando com passagem para tudo o que tem de mais interessante acontecendo no mundo da moda, desing, tecnologia, internet e muito mais.

Outra novidade é o blog 1988, do Romeuuu, editor da hypada U_Magazine. Ao contrário desta, que tem muito mais imagens do que texto - que são quase que totalmente dispensáveis por tamanha expressividade das fotos – o 1988 traz notinhas e comentários sobre os principais fatos e tendências de moda, música e comportamento.

. L .

. KARL LAGERFELD EM CANNES .

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Lagerfeld confidential : Kidman private photo shoot

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Além de responder pela criação e estilo de três marcas – Chanel, Fendi e a sua própria, Lagerfeld – o kaiser da moda também atua como fotógrafo. E em parceria com o Festival de Cinema de Cannes, que acontece entre 16 e 27 de maio, Lagerfeld é quem assina uma exposição de fotos de celebridades do cinema, que ficará à mostra durante todo o festival. São 60 personalidades, como David Lynch e Isabelle Huppert fotografadas por Karl Lagerld.

Recentemente Lagerfeld clicou um editorial para a revista i-D, com sua musa Chan Marshall, da banda Cat Power, além de ser ele mesmo quem fotografa todoas campanhas da Chanel e de sua própria grife.

Assista acima, trecnho do filme Karl Lagerfeld Cofidential, com o kaiser fotografando Nicole Kidman.

. L .

. CASA DE CRIADORES .

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A próxima edição da Casa de Criadores, organizado por André Hidalgo, já tem data e local confirmados. O evento rola do dia 2 ao dia 4 de Maio no Shopping Frei Caneca.

Nesta edição a Casa de Criadores comemora 10 anos de existência, com um desfile retrospectiva de André Lima, que antes de se tornar parte do casting do SPFW, desfilava na Semana de Moda. O Projeto Lab, de novos estilistas agora volta a ser apresentado como um desfile coletivo. Para quem não sabe, na edição passada os membros do projeto apresentaram suas coleções em vídeos, que ficavam rodando em loop no lounge do evento, prejudicando um pouco a visibilidade do trabalho deste jovens estilistas.

Além disso, a marca Laundry, de Patrícia Grenjanin, não participa desta edição, porém 3 novas marcas passam integrar o casting do evento: Attention Deaf Disorder – ADD, A.nimal S.treet H, Ianire Soraluze, que integra a mostra coletiva do Projeto Lab.

Confira o line-up do evento:

DESFILES
Quarta-feira, 02/05/07

DESFILE ESPECIAL CASA DE CRIADORES 10 ANOS - ANDRÉ LIMA
Comemoração dos 10 anos da Casa de Criadores com retrospectiva das coleções do estilista.

Gustavo Silvestre
Moshe Sport
Marcelu Ferraz
A.nimal S.treet H.
Paula Bertone e Mario Catto
Rober Dognani

Quinta-feira, 03/05/07

PROJETO LAB
Apresentação coletiva dos estilistas:
Ianire Soraluze
André Phergom
Raquel Gaeta
Patrícia Gerber
NIZT [instalação durante todo o evento]

P´tit [por Anna O., Fernanda Padin, Heloísa Faria e Leonardo Negrão]
Ivan Aguilar
Fabiana Barman
Weider Silveiro
Briza
Walério Araújo

Sexta-feira, 04/05/2007

Gêmeas [por Carol e Isadora Foes Krieger]
Coletivo
Attention Deaf Disorder - ADD
Ivã Ribeiro
Thiago Marcon
João Pimenta

. O BLOG MAIS ODIADO DE HOLLYWOOD .

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Quando saiu aquela lista dos 50 gays mais poderosos dos EUA, da revista OUT, um nome nos top 20, me pareceu bem intrigante, para não dizer engraçado. Era Perez Hilton, que ficou na 17o posição, acima de Tom Ford e até Andre Leon Talley.

“Googlei” o dito cujo e descobri que era o autor e editor do blog que leva o seu nome, ou melhor, pseudônimo. Seu nome de verdade é Mario Lavandeira, mas quando decidiu criar o blog mais odiado de Hollywood, em setembro de 2004, adotou o codinome em “homenagem” à Paris Hilton.

Hoje Perez já conta com 6,3 milhões de unique visitors diários. O segredo para tamanha audiência? Notas e informações inéditas sobre as principais celebridade de Hollywood – ele foi o primeiro a anunciar a morte de Anna Nicole Smith -, comentários bem inteligentes sobre o que já foi publicado na mídia, muitas fotos, algumas com direito até a divertidas edições e, claro, muito senso de humor.

Seu sucesso já rende convites e passe livre para as principais festas no mundo todo, convites para os melhores eventos e até para apresentar prêmios na MTV e na VH1. E ao que tudo indica, Perez Hilton já tem até projeto para um futuro programa de TV.

. L .

. IMPORTANTE, SIM .

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Hoje, durante a última palestra do Fashion Marketing, sobre identidade brasileira, Paulo Borges comentou bem rapidamente sobre a importância de um calendário (semana) de moda para a moda Brasileira. Este não foi o tema discutido no debate, que mais pareceu uma palestra conjunta entre Paulo Borges, José Miguel Wisnik e Gilberto Gil – não vou comentar nada… -, com Mônica Waldvogel como mediadora. Porém, fiquei com ele na cabeça, porque é perfeitamente “relacionável” com o último post.

Se a importância de participar de uma semana de moda pode ser questionada levando em conta o ponto de vista de uma marca ou estilista, para a indústria, mercado e até a própria moda em si, a história é bem diferente. Ter um calendário ou semana de moda, onde as coleções/produções nacionais são apresentadas com determinada freqüência é crucial para que um mercado e a própria indústria da moda possa evoluir. E quando falamos de um mercado como o brasileiro, o peso de tal importância é ainda maior.

“Ao apresentar coleções para imprensa, compradores e para o público em geral, incentiva-se o consumo ao mesmo tempo que divulga a moda como um todo”, disse Paulo Borges, “no caso da criação do SPFW, este serviu para ajudar firmar uma identidade nacional além de estimular a percepção nacional e internacional, para a moda brasileira”, completa.

Até aí tudo bem, a importância de calendários ou semanas de moda tem total reconhecimento nesses pontos, mas – e aqui voltando ao tema do post anterior – quando se apresenta nada além de um showroom ambulante, fica um tanto quanto difícil firmar uma identidade nacional e muito mais atrair olhares de fora, assim como fazer evoluir a moda nacional, não?

Para saber tudo o que aconteceu de mais legal nas palestras do Fashion Marketing passa no Updaters Moda e no Chic, que tem tudo lá. E logo mais no FilmeFashion vídeos exclusivos das palestras.

. L .

. IMPORTANTE? .

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Semana passada, durante o primeiro encontro “Tendências Contemporâneas”, na NaMídia Assessoria de Comunicação, logo no começo foi comentado o fato de que hoje em dia não é mais necessário – se é que um dia foi – participar de uma grande semana de moda para ter boa divulgação de uma marca.

Ok, vamos lá. Os desfiles acontecem duas vezes ao ano, mais ou menos a cada 6 meses, com o intuito de apresenta/divulgar para compradores e imprensa as novidades de uma coleção. Antigamente, no começo do século XX, eram apenas com os próprios desfiles que as roupas podiam ser encomendadas pelos consumidores mais ávidos e, posteriormente, pelos compradores que revenderiam as criações.

Hoje em dia já não é bem assim. Pode-se tranquilamente comprar e encomendar diversas peças de uma coleção sem assistir ao desfile. E isso graças aos showrooms. Com isso, o que era de se esperar e que de fato aconteceu durante algum tempo, foi que os desfiles assumissem a forma de performance, de show.

É bom lembrar que em inglês desfiles são “fashion shows” e sendo shows, são espetáculo, que, por sua vez, não podem – pelo menos em tese – representar fielmente a realidade. Daí que se espera algo mais elaborado de um desfile de moda, algo que encante, fascine, como que um ato teatral, ou nas palavras de Ricardo Oliveros, como um “happening contemporâneo”. Mas basta olhar para o último SPFW e Fashion Rio, para ver que não é bem assim. Até mesmo nos desfiles internacionais não é nada desse jeito.

O que mais se viu por aqui foram verdadeiros showrooms ambulantes. A única diferença entre os desfiles nas salas da bienal e as roupas expostas no andar de cima, na Fashion House, eram que nesta não haviam modelos vivos.

Fazer um desfile numa semana de moda do porte da SPFW ou do Fashion Rio não é barato. Tudo bem que existem os patrocínios que dão uma bela ajuda, mas mesmo assim. Se é para apresentar um desfile showroom, não é melhor economizar e fazer algo menor? A participação em um evento de moda é tão importante assim?

Cris Barros está aí de prova que não. Ricardo Almeida, agora também. Ambos não participam, ou participaram da SPFW e nem por isso experimentaram uma queda no número de vendas, ou na publicidade/divulgação de sua nova coleção.

Lá fora, o melhor exemplo é Azzedine Alaïa. Em entrevista a revista i-D, disse que é impossível alguém apresentar uma coleção verdadeiramente inovadora e de ótima qualidade, com a pressão de mostrar algo “novo” a cada seis meses. Para quem não sabe, Alaïa foi um dos titãs do sexy durante a década de 80 – não é à toa que foi referência de várias coleções desta e da última temporada de moda – e saiu do circuito de desfiles de Paris logo nos anos 90, achando um absurdo apresentar coleções de prêt-à-porter de inverno em março e de verão em outubro.

Fazendo desfiles independentes da semana de moda de Paris – da qual já participou durante a década de 80 -, hoje o estilista pega carona com os desfiles de alta-costura para apresentar suas coleções em micros desfiles, para pouquíssimas pessoas em sua loja.

. L .

Na foto, look de Azzedine Alaïa, exposto na Fashion Passion

. MULHERES CONTROVERSAS E IRREVERENTES .

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É este o foco da exposição “Be Cointreauversial”- “Um Século de Mulheres Estilosas e Emblemáticas”, que começa amanhã no espaço fashion do shopping Iguatemi. A mostra é uma realização da Cointreau e do estúdio Getty Images, responsáveis por apresentarem fotos de mulheres que datam desde os anos 20 até os dias de hoje.

Mulheres anônimas e celebridades como Lady Di, Sarah Jessica Parker, Madonna, Twiggy e Ava Gardner aparecem nas 49 fotos clicadas por fotógrafos como Dave Benett, Terry Fincher, Bert Hardy, Justin de Villeneuve e Terry O’Neil. São todas mulheres cujo espírito controverso, atitude irreverente e personalidade transcendem seu status de celebridade e fama.

Aguarde fotos e vídeo da expo amanhã no FilmeFashion.


“Be Cointreauversial”- “Um Século de Mulheres Estilosas e Emblemáticas”
Data: de 13 a 26 de abril.
Horário: de segunda a sábado, das 10 às 22hs e domingo das 14 às 20h
Local: Espaco Fashion do Terceiro Piso - Shopping Center Iguatemi
Endereço: Av. Brig. Faria Lima, 2232 - Tel. 3816 6116
Entrada franca e aberta ao publico

. L .

. 845 MADISON AVENUE .

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Inaugura nesta quinta a primeira loja do estilista Tom Ford, na Madison Avenue, em Nova Iorque. As primeiras fotos da boutique dedicada, pelo menos agora, totalmente ao público masculino, já estão correndo pela internet.

Com sua nova loja, Ford pretende criar um novo conceito para o luxo na moda masculina, mas no fundo, não há nada de muito novo no que ele apresentará. A loja de três andares vai oferecer peças de ready-to-wear, sob medida, acessórios, óculos, perfumes e jóias, tudo com a maior sofisticação possível. E não só nas peças.

A começar pela própria decoração da loja, com paredes veludo, móveis forrados por couro, sem contar nas várias obras de arte e nas peças de antiquários, como cadeiras estilo art decó, de 1925. Depois passando para o serviço, com direito até a mesa de recepção com couro de crocodilo, empregadas para deixar a loja sempre o mais limpa possível, garçons para atenderem todas as necessidades dos consumidores e vendedores dos mais atenciosos possíveis. Segundo matéria publica no WWD, a loja irá funcionar com hora marcada de 7h as 11h e das 17h as 19h, no meio tempo (11h – 17h) a butique fica aberta ao público.

Mas ao contrário do que fez sua fama na Yves Saint Laurent e, principalmente, na Gucci, as roupas que Ford oferecerá em sua própria butique não são nada como as peças ultra sexy, bem adequadas às tendências que fizeram sua fama nos anos 90. Agora, Ford se foca em peças mais clássica, sempre com qualidade e um toque de exclusividade. “É isso que eu quero depois de ter desenhado coleções muito trendies por um certo tempo. O que eu quero mesmo é boa qualidade, bons tecidos e cortes perfeitos e daí quero comprar num ambiente, onde o serviço seja bem prestativo”, disse Ford em entrevista ao jornal WWD.

Legal aqui fazer relação com os estilistas que, nas últimas semanas de moda, deram menos importância para as tendências e se focaram mais no seu próprio estilo. De forma um pouco diferente, é justamente isso que Ford está fazendo com sua própria loja. Quer impor um estilo muito mais pessoal do que tendencial. Aí trazendo conceitos de atemporariedade e até exclusividade.

Logo que saiu da Gucci, em 2004, Ford sentiu falta de uma marca que atendessem suas necessidades. “Era tudo muito trendy e a qualidade não era boa”, diz Ford, que então decidiu criar sua própria marca, onde mesmo quem compra sua linha ready-to-wear, pode ter exclusividade. Ford oferece 350 tipos de camisas, em 35 tecidos diferente, com 7 tipos de colarinho e 5 punhos, tudo para que o consumidor possa sair totalmente satisfeito, com um produto quase que feito só para ele.

Isso fica ainda mais evidente com os perfumes vendidos na butique. Além de escolher dentre os diferente aromas prontos, o consumidor pode encomendar uma frangância “customizada”, ou seja, sua própria fragância.

. L .

Fotos via WWD
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