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	<title>About Fashion &#187; blogs de moda</title>
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		<title>Blogs e Jornalismo</title>
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		<pubDate>Tue, 28 Apr 2009 13:34:52 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Torre</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogs de moda]]></category>
		<category><![CDATA[moda]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[jornalismo]]></category>

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		<description><![CDATA[Tá então, estou aqui meio bêbado depois da algumas muitas cervejas depois da minha orientação de TCC na faculdade e fiquei pensando num artigo sobre jornalismo de moda que a Ceclia Lima me pediu para o site Closet On Line. Daí tava lembrando que alguns acontecimentos recentes, como a mídia especializada em moda anda cobrindo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Tá então, estou aqui meio bêbado depois da algumas muitas cervejas depois da minha orientação de TCC na faculdade e fiquei pensando num artigo sobre jornalismo de moda que a Ceclia Lima me pediu para o site Closet On Line. Daí tava lembrando que alguns acontecimentos recentes, como a mídia especializada em moda anda cobrindo o assunto e também um pouco no papel dos blogs nisso tudo.</p>
<p>Daí que eu já andava com o assunto da saída do Tufi na cabeça. Não com o fato em si, afinal tem que diga que isso já era meio que esperado já que ano passado ele havia vendido sua marca para o grupo AMC Têxtil, que convenhamos, não tem um histórico muito bom com os fundadores das grifes que adquire. Mas enfim, o que eu fiquei pensando é que desde que vazou a informação de que Tufi Duek em si estava deixando a direção criativa de suas marcas começou o maior frisson em torno do assunto. Se não me engano, quem deu a notícia primeiro foi o site da Lilian Pacce, que aliás tem sido responsáveis por quase todos os grandes furos do jornalismo de moda nacional. Daí para frente foi uma explosão de post e tweets (post do twitter para os desavisados) falando da então suposta saída desse empresário/estilista.</p>
<p>Mas no fundo nada mais era do que uma grande especulação e variações sobre um mesmo fato, no caso, a saída de Tufi. Na pressa de falar e apurar primeiro a veracidade dos fatos, quase ninguém se preocupou – ou se isso aconteceu não encontrou tempo nem espaço suficiente – em fazer uma apuração maior sobre o acontecimento e tentar expor um pouco mais sobre a situação como um todo. Afinal, nem todo mundo que lê esses sites e blogs está familiarizado com o assunto.</p>
<p>Foi só uns dois dias depois que o tema foi devidamente explorado na coluna do Última Moda do jornal Folha de S. Paulo, em entrevista do Alcino Leite Net0 (editor de moda de tal veículo) com Tufi. Daí eu fiquei meio que me questionando se os blogs – e aí eu me incluo no meio – estávamos mesmo fazendo nosso devido papel nesse meio.</p>
<p>Tá, tem gente que acha que por ser blog não temos algumas amarras, ou então gozamos de certas liberdades que jornalistas ou veículos dito mais mainstreams não tem com tanta facilidade. Se isso é verdade, por que ninguém se preocupou em tentar explorara o assunto mais afundo? Por que ninguém quis analisar o fato de um modo um pouco diferente daquele dos veículos de moda que todo mundo conhece?</p>
<p>Porque eu não vi ninguém fazer isso, a não ser tentar falar o mais rápido possível que Tufi Duek estava se desligando de suas marcas depois de um ano que as vendeu para o grupo AMC Têxtil. No fundo, a gente não fez nada mais do que reiterar fatos que todo mundo já sabia. Nada mais que reforçar um dito senso comum.</p>
<p><a href="http://www.aboutfashion.com.br/wp-content/uploads/2009/04/blogging_margo.jpg"><img class="alignnone size-full wp-image-2511" title="blogging_margo" src="http://www.aboutfashion.com.br/wp-content/uploads/2009/04/blogging_margo.jpg" alt="blogging_margo" width="600" height="426" /></a></p>
<p>Não sei se é a correria do dia-a-dia ou uma pura vontade de se igualar ao sites mais bem estabelecidos, mas nessa neura de dar a informação primeiro, muitas vezes acabemos esquecendo que os blogs por natureza já são veículos com certas peculiaridades. Parece que assim como os estilistas recém formados ou ainda estudantes só sonham em ser o próximo Alexandre Herchcovitch esquecendo que existe uma série de outras possibilidades de carreiras, os blogueiros de moda sonham em ser a nova Llian Pacce, Gloria Kalil ou Erika Palomino.</p>
<p>Nunca vou me esquecer de um post que o Jorge Wakabara escreveu no blog dele falando que enquanto os blogs de música buscam algo novo que os sites não fazem – tipo disponibilizar músicas e álbuns e uma série de outras coisas – os blogs de moda apenas tentam se encaixar ao mainstream. São poucos os que buscam uma linguagem diferente ou tratam de assuntos que raramente veríamos e um site convencional.</p>
<p>Aí, na ânsia de falar de tudo que esses sites falam, acabamos esquecendo alguns fundamentos básicos do que é ser um blog. E não me excluo disso. Ando super corrido com outros projetos – amanhã já devo falar de um deles – então estou a um bom tempo se fazer posts mais reflexivos como este. Ando postando coisas bem rapidinhas mas sempre tentando dar um enfoque diferente e até mesmo um toque mais opinativo. Afinal, blog é uma coisa super subjetiva e pessoal, não?</p>
<p>Já até falei um pouco sobre isso <a href="http://www.aboutfashion.com.br/2008/11/25/um-pouco-mais-sobre-blogs/" target="_blank">aqui</a>. De como a rotina frenética do jornalismo, a busca constante pela objetividade acabou retirando quase que completamente o fator humano na produção de notícias. E aí que os blgos começavam a ter mais importância, por trazer esse lado mais subjetivo para o jornalismo. E também por não sofres as pressões dessa verdadeira indústria de informação. A gente não devia se submeter a essa lógica que furar o outro, mas sim ter tempo para parar e pensar sobre o fato como um todo. Em suas causas e conseqüências. Olhar o cenário de uma forma mais ampla e entender toda a situação e não só um fragmento dela.</p>
<p>Enfim, foi só um pensamento para um artigo que ainda estar por vir&#8230; Ah, e desculpa possíveis erros de digitação. Como disse, tomei algumas cervejas demais, já é tarde e amanhã tenho que acordar bem cedo para ir a academia. Afinal, não dá mais para continuar nessa vida sedentária, né?</p>
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		<title>um pouco mais sobre blogs&#8230;</title>
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		<pubDate>Tue, 25 Nov 2008 13:52:27 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Torre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Pense Moda]]></category>
		<category><![CDATA[blogs de moda]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>

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		<description><![CDATA[Voltei. Ontem fiquei meio off-internet quase o dia todo por conta de um trabalho que tive que entregar na faculdade. Mas sabe que no fim foi super útil? É que desde que terminou o Pense Moda, estou com vários assuntos na cabeça. Um deles até já saiu nos blogs do Jorge Wakabara, do Vitor Angelo [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Voltei. Ontem fiquei meio off-internet quase o dia todo por conta de um trabalho que tive que entregar na faculdade. Mas sabe que no fim foi super útil? É que desde que terminou o Pense Moda, estou com vários assuntos na cabeça. Um deles até já saiu nos blogs do <a href="http://djoh.wordpress.com/2008/11/21/sobre-o-que-e-blog-e-o-que-nao-e/" target="_blank"><strong>Jorge Wakabara</strong></a>, do <a href="http://dusinfernus.wordpress.com/2008/11/20/pense-moda-o-que-e-blog/" target="_blank"><strong>Vitor Angelo</strong></a> e do <a href="http://forademoda.wordpress.com/2008/11/20/pense-moda-bla-bla-bla-blogue/"><strong>Oliveros</strong></a>: a questão dos blogs.</p>
<p>Falou-se muito sobre a definição dos blogs, se eles precisam ser mesmo opinativos ou em 1a pessoa, se devem aceitar patrocínios e anunciantes, etc. Daí que no livro que tive que ler (“Pensando Contra os Fatos”, de Sylvia Moretzsohn) fala-se muito de como o jornalismo dito mainstream hoje perdeu algumas de suas características básica, que remontam ao período iluminista: levar conhecimento para que os indivíduos possam formar suas próprias opiniões e senso critico, para não ficarem presos ao senso comum.</p>
<p>Enfim, a autora levanta vários fatores que contribuíram para esse desvirtuamento do fazer jornalismo. Tem a questão da busca pela objetividade absoluta – que retira quase todo o caráter humano do jornalismo, ou seja a subjetividade -, a idéia de que os fatos falam por si só, a urgência pelo furo e pela velocidade absurda das rotinas e até a forma industrial que passou a reger a produção jornalísticas. Ah, sem contar nas várias formas de controle, sempre com algum comprometimento político ou comercial.</p>
<p>É nesse cenário que os blogs começam a fazer sucesso. Em parte por exercem o papel de um “quinto poder”. A autora até cita Ramonet sobre o assunto: “Um “quinto poder” cuja função seria denunciar o superpoder da mídia, dos grandes grupos midiáticos, cúmplices e difusores da globalização liberal”. Assim, os blogs – mas vale ressaltar que apenas aqueles que se dedicam a tal atividade com a devida consistência e comprometimento &#8211; surgem com essa função fiscalizadora, meio como observatórios da imprensa.</p>
<p>E gente, não é isso que a gente tem feito com discussões sobre cópia, toda a questão da Vogue &#8211; ainda que muito limitada e focada num caso específico?</p>
<p>Outra característica que a autora também cita é o do suprimento das insuficiência dos veículos mais tradicionais. Aquela velha história que o jornalista não tem tempo nem espaço para maiores reflexões ou uma análise mais contextualizadora dos fatos, encontra uma certa solução nos blogs. Num veículo onde a subjetividade, logo a opinião e interpretação, é o que mais se procura, é o espaço onde o jornalismo pode se aliar a subjetividade sem medo algum. A objetividade que busca tirar o caráter humano do fazer jornalismo é aqui colocada em segundo plano. O que importa é a opinião, a interpretação, análise e reflexão.</p>
<p>Obviamente nem tudo na blogosfera merece esse destaque. Enquanto existe blogs que se prezam a realmente explorarem assuntos, temas e reflexões que dificilmente encontram espaço na grande mídia, outros não são nada além de um varal de releases. Ou então, como o Jorge escreveu, utilizam o blog como uma vontade de ser mainstream, o que no fim acaba sendo uma reiteração de tudo aquilo que os veículos tradicionais já fazem.</p>
<p>Não é à toa que os blogs mais respeitados e que fazem mais sucesso são aqueles que apresentam um forte consistência de idéias e opiniões. São aqueles onde o senso critico de quem o escreve permite aquele exercício de suspensão do cotidiano. A própria Sylvia Moretzsohn diz isso no seu livro: “a condição para tornar-se uma referência no meio virtual ou para influenciar o rumo do noticiário não viria, como deveria ser óbvio, do conhecimento de que os seus autores gozam por razões exteriores à blogosfera, como políticos, comentadores, colunistas, etc, mas da competência e do empenho do indivíduos.”</p>
<p>Isso sem contar na participação mais ativa do leitor, uma da características fundamentais do blog e que mantém estreita relação com nossa sociedade pós-moderna. O leitor não quer mais se sentir passivo, mero receptor de informação. Ele quer também poder emitir sua opinião, dúvida, questionar e discutir determinado tema ou fato. E isso se torna cada vez mais possível no blogs.</p>
<p>Diferente daquele conceito de jornalismo participativo ou jornalismo cidadão, em que qualquer um pode ser considerado jornalista e divulgar informações sem critério algum, os comentários dos blogs se apresentam muito mais como uma vontade de discussão e necessidade de troca, do que vontade de ser jornalista. Hoje aquela posição de superioridade do jornalista, começa a incomodar um número crescente de leitores, há um desejo maior por uma proximidade.</p>
<p>Proximidade essa que se dá constantemente nos blogs. Através dos comentário, é possível gerar discussões e trocas de informações e interpretações que hoje se mostram tão necessárias diante de um mídia tradicional toda engessada por questões políticas e comerciais.</p>
<p>Por isso é tao importante que blogs se mostrem reticentes ou até mesmo contra algumas formas de patrocínios ou de publicidade em seus espaços. Hoje o que torna os blogs algo tão importante é justamente essa liberdade e espontaneidade.</p>
<p>Assim, ao invés de enxergar os blogs e outras formas similares de jornalismo na internet como uma ameaça ao dito jornalismo tradicional, é muito mais adequado enxergar esses fenômenos como complementares. Os jornais e revistas não vão deixar de existir, nem de exercer seu papel na divulgação de informação. Mas se neles não há espaço para essas trocas tão fundamentais para o conhecimento e esclarecimento, que os blogs possam continuar exercendo esse papel cada vez melhor e para um público cada vez maior.</p>
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		<title>You (B)Log</title>
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		<pubDate>Fri, 18 Jul 2008 15:36:57 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Torre</dc:creator>
				<category><![CDATA[blogs de moda]]></category>
		<category><![CDATA[blog]]></category>
		<category><![CDATA[You (B)Log]]></category>

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		<description><![CDATA[Me arrependi amargamente de não poder ter ido no fórum de blog, o You (B)Log. Pelo que andei vendo e lendo na internet, foi super interessante. Mas suuuuuper interessante mesmo. Então aí vai uma listinha de links que contam bastante o que rolou de melhor lá.   Dus Infernus – com videozinhos do Vitor Ângelo, [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Me arrependi amargamente de não poder ter ido no fórum de blog, o You (B)Log. Pelo que andei vendo e lendo na internet, foi super interessante. Mas suuuuuper interessante mesmo. Então aí vai uma listinha de links que contam bastante o que rolou de melhor lá.</p>
<p> </p>
<p><strong><a href="http://www.descolex.com/?p=562" target="_blank">Dus Infernus</a></strong> – com videozinhos do Vitor Ângelo, autor e editor do blog, falando sobre a relação mais que perfeita entre blogs e moda.</p>
<p> </p>
<p><strong><a href="http://dusinfernus.wordpress.com/2008/07/18/you-blog-me/" target="_blank">Descolex</a></strong> – com um texto super fofo do Glauco contando como que foi sua palestra</p>
<p> </p>
<p><strong><a href="http://www.oficinadeestilo.com.br/blog/aprendendo-mais-sobrecom-blogs-de-moda/" target="_blank">Oficina de Estilo</a></strong> – com um bom resumo da importância dos blogs e desse evento.</p>
<p> </p>
<p><strong><a href="http://rgvogue.ig.com.br/rgtv/2008/07/17/forum_de_blogs_1451713.html" target="_blank">RG Vogue</a></strong> – com um vídeo resumão do evento</p>
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		<title>Cause we put the B in blogging</title>
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		<pubDate>Thu, 20 Dec 2007 14:22:36 +0000</pubDate>
		<dc:creator>Luigi Torre</dc:creator>
				<category><![CDATA[Blog.mode: addressing fashion]]></category>
		<category><![CDATA[blogs de moda]]></category>

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		<description><![CDATA[Sabe aquele descritivo que fica impresso na parede, ou numa plaquinha ao lado ou embaixo de algum objeto em exibição no museu? Então, agora ele também pode conter as impressões e opiniões dos observadores que contemplam o que está sendo exibido. E sabe do melhor? A primeira vez que isso acontece é numa exposição de [...]]]></description>
			<content:encoded><![CDATA[<p>Sabe aquele descritivo que fica impresso na parede, ou numa plaquinha ao lado ou embaixo de algum objeto em exibição no museu? Então, agora ele também pode conter as impressões e opiniões dos observadores que contemplam o que está sendo exibido. E sabe do melhor? A primeira vez que isso acontece é numa exposição de moda, e o nome não poderia ser melhor: Blog.mode: addressing fashion.</p>
<p>A expo acontece no Metropolitan Museum of Art de Nova Iorque até o dia 13 de abril e convida o público a opinar em 65 novos looks recém adquiridos pelo museu. Ao lado do descritivo escrito por Harold Koda, curadora chefe do Costume Institue, fica um computador onde os visitantes podem postar suas impressões ou opiniões sobre os looks expostos. E para quem não pode ir até NY para visitar a expo, pode conferir tudo e até comentar nos looks através do blog <a href="http://blog.metmuseum.org/blogmode/" target="_blank">blog.mode: addressing fashion</a>.</p>
<p><a href="http://www.aboutfashion.com.br/wp-content/uploads/2007/12/picture-1.png" title="picture-1.png"><img src="http://www.aboutfashion.com.br/wp-content/uploads/2007/12/picture-1.png" alt="picture-1.png" height="371" width="481" /></a></p>
<p>O objetivo da exposição é ressaltar a subjetividade intrínseca e natural tanto das críticas de moda como de interpretações de curadorias. Nem sempre a interpretação feita por um observador é o que um estilista desejava comunicar.</p>
<p>O assunto é ainda mais relevante quando a gente leva em consideração a crescente atuação e importância dos blogues de moda. Tudo mundo já sabe que uma das grandes vantagens dos blogues – além da rapidez – é a maior liberdade de expressão, o que acaba levando para pontos de visitas geralmente não abordados pela imprensa de moda do mainstream. E no fundo, o que a exposição deseja mostrar é o que qualquer blogueiro de moda faz ao analisar, observar algum fato ou coleção.</p>
<p>Conforme Ricardo Oliveros, do <a href="http://forademoda.wordpress.com/2007/12/19/balanco-2007-fatos-que-marcaram-a-moda/" target="_blank">Fora de Moda escreveu</a>, “<em>os blogues de moda fizeram a diferença na forma como a informação é difundida na web. Tanto que foram alvo de diversas matérias, pequenas comunidades entre blogues foram se formando, e uma nova forma de escrever sobre moda vai surgindo. O auge deste ano é a criação do Prêmio Chic 2007 especial para categoria</em>”.</p>
<p>Desde janeiro de 2007, os blogs de moda já conseguiram ser credenciados para os principais eventos de moda, graças a projetos coletivos como o Moto-a-porter, idelizado pelo <a href="http://www.ag407.com.br" target="_blank">Ag 407</a>, e pelo <a href="http://blogview.wordpress.com" target="_blank">BlogView</a>, idéia de <a href="http://www.modasemfrescura.com" target="_blank">Biti Averbach, do Moda Sem Frescura</a>. Tais projeto foram essências para mostrar toda a potencialidade dos blogues sobre moda, já permitindo que fossemos credenciados por nossos próprios veículos (leia-se blogues) para eventos como Casa de Criadores e Pense Moda.</p>
<p>Agora vamos trocar e fazer força para que em 2008 esse reconhecimento continue crescendo e como disse Oliveros, esperar para que “<em>um dia vamos chegar lá e sermos convidados para cobrir as semanas de moda exclusivamente pelo nossos blogues, como já acontece em NY, Londres e Paris.</em>”</p>
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