NY Fashion Week - Rodarte

Fashion Rio, NY Fashion Week, Rodarte, verão 2009 2 Comments »

Futurismo, ossos, fósseis, Guerra nas Estrelas, paisagismo e o projeto Spiral Jetty, foram as principais referências de um dos melhores desfiles desta temporada de moda em NY. A marca é a Rodarte, das irmãs Kate e Laura Mulleavy, uma das mais promissoras marcas dos EUA dos últimos tempos.

Na coleção passada as irmãs estilistas falaram sobre o gótico, se inspirando em filmes de terror japoenses. E daí vieram looks com aspecto bem dark, mas ainda extremamente sofisticados, cheios de detalhes e acabamentos manuais, sendo considerado um dos melhores da temporada.

Agora, para o verão 2009 a dupla dá continuidade a esse trabalho. Os vestidos de referências gregas continuam como peça chave, agora com tingimentos em cores que vão do roxo, ao azul, do bege ao laranja.

Os tricôs – outro ponto forte da marca – continuam também no verão, ainda com aquele aspecto bem detonado, mas agora ganham interferências de outros materiais como correntes e couro. Outra novidade também são os looks mais simples, como as calças mais sequinhas com jaquetas de couro – as vezes com aplicações e recortes de tricô – e as saias mais simples, meio no estilo colegial.

De um modo geral, todo o conceito e elaboração dos looks continua bem fortes, mas já dá para notar uma vontade, ou pelo menos uma aproximação, a um estilo mais próximo da vida real. Já em busca daquele equilíbrio saudável entre o conceitual e o comercial.

Mas o que faz da Rodarte uma marca tão especial em meio à todo esse marasmo criativo de NY Fashion Week? Para responder essa pergunta temos que lembrar que para a maioria, a moda americana se resume ao sportswear, à algo que é extremamente acessível (não só em termos financeiros) e desejável pelo maior número de pessoas possível. Coleções simples, com combinações fáceis de ser assimiladas, e vestidos não muito complexos para a noite. Tudo tem que ser facilmente entendido e pronto para ser vendido imediatamente.

É o que Clare McCardell começou a fazer na metade do século passado, e depois foi reforçado por grandes nomes como Ralph Lauren, Donna Karan e Calvin Klein.

As irmãs Mulleavy, que nasceram em Pasadena, no norte da Califórnia, onde fundaram a Rodarte, hoje em sua nona coleção, não tem o menor interesse nessa convenção sobre moda americana. Elas se quer enxergam a moda de seu país desse modo. Como elas mesmo disseram em entrevista à i-D, “quando eu penso na moda americana, eu penso nas coisas que Rudi Gerneich fez, ou nas de James Galanos. Penso também nas coisas antigas de Hollywood, que Adrian estava criando, aqueles vestidos de alta-costura mesmo. Eu penso nessas coisas como história da moda americana, não só no sportswear”.

Só para esclarece, Rudi Gerneich era uma estilista austríaca que foi para os EUA durante a II Guerra Mundial. Era uma estilista que misturava futurismo com valores feminista, da liberação das mulheres. Já James Galanos era conhecido por suas criações super glamouras que conquistaram os guarda-roupas de Diana Ross e Nancy Regan.

Fica claro aí que elas já tem uma concepção e entendimento de moda totalmente diferente. E sem contar que suas inspirações acabam vindo meio de que lugar nenhum. É na verdade um grande mix de várias coisas que as cercam, como arte, cinema, paisagens e até filosofias e questionamentos sobre nosso mundo e sociedade.

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Fashion Rio - oriente encontra os anos 70

Fashion Rio, verão 2009 3 Comments »

 

Imagina um quimono com estampas havaianas… Foi bem isso que se viu no desfile da Cantão, me misturou de forma bem inteligente elementos orientais, tropicais com os anos 70 – hit da estação. Por falar em hit, a coleção toda foi um bom apanhado das principais tendências do verão 2009: florais, babados, tie-dye, anos 70… Estava tudo lá. Mas o mais interessante foi o ótimo trabalho de modelagem com pregas e formas meio origami que deixavam o lado oriental mais presente na coleção.

 

 

A marca mineira Coven também se inspira em formas, modelagens e estamparia oriental para sua coleção. A diferença é que enquanto a Cantão mostra uma certa alegria e despojamento, a Coven investe num elegância um pouco mais sóbria com tons pastel, mas que nem por isso perdem qualidade. Aqui também toda aquela lista de tendências se repete, acrescentando também os bordados, patches e rendas. O destaque também fica por conta da modelagem bem oriental, com pregas, drapeados e babados, se bem que estes pecavam um pouco quando usado em excesso ou mal posicionados.

 

 

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Fashion Rio - e o folk continua

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É bom ver quando uma marca consegue fazer uma evolução sólida, bem resolvida seguindo os mesmo fundamentos que teve desde sua origem, apenas acrescentando mais técnica, estilo e qualidade. Ainda mais quando essa marca tem uma história tão legal como a Apoena, de Kátia Ferreira. Para quem não sabe a estilista é a fundadora de uma instituição que ajuda famílias carentes de Brasília oferecendo entre outras coisas, trabalho de bordadeiras.

 

E de fato os bordados são, e sempre foram, o ponto alto das coleções da marca. Em janeiro, a grife que já vinha aparecendo esporadicamente na mídia especializada, estreou no line-up do Fashion Rio com uma boa coleção com peças bem desejáveis, com ótimo trabalho artesanal. Agora, para o verão 2009, agrade de novo mostrando ainda mais evolução técnica e estilística, com um perfume folk anos 70 bem forte. Começa com neutros e brancos passando por cores mais vivias como azuis e verdes, com tudo que a temporada precisa: vestidos amplos, pantalonas, blusas e regatas bem leves e soltas, blazers mais secos e tudo em ótimas sobreposições.

 

 

Em sua segunda coleção para Maria Bonita Extra, Ana Magalhães consegue imprimir mais seu estilo na roupa, sem perder todas as características básicas da marca, cuja identidade é bem marcante. Para o verão 2009 escolhe a personagem Marguerite Duras, do livro “O Amante” como tema para coleção, utilizando os sapatos masculinos bicolores e os chapéus panamá como referência mais literal. Fora isso investe bastante e look simples, porém ricos em detalhes, com modelagem inteligente, bem soltinha que deve agradar e muito as clientes fiéis da marca.

 

Dando continuidade ao que vimos na coleção passada, Ana segue com um ar menos meininha e mais mulher para Maria Bonita Extra, mas sem perder a feminilidade, que de um jeito ou de outro, sempre foi marca registrada da grife. As estampas, outra característica da marca, aparecem mais discretas aqui, e quase sempre em motivos florais delicados – aliás as flores vem com tudo nesse verão. Outra novidade bem interessante é o foco que as bermudas e calças capri ganham nessa coleção. Com cavala mais baixo, combinadas com blusas bem soltas de tecidos leves como seda e organza, fazer um bom contraponto aos vestidos – que sempre foram peça chave da marca – que ganham destaque pelo comprimento abaixo do joelho, como bem pede o mood desta temporada.

 

 

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Fashion Rio #3

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Terceiro dia de Fashion Rio e o clima continua esquentando. Ontem teve a apresentação fofa da Alessa, que tinha como tema Miss Universo. O “miss” estava lá só para enfeitar porque o que deu tom mesmo ao desfile foi o próprio universo, e principalmente, o planeta terra, que teve sua referência mais literal nas estampas de imagens do planeta terra e também nas de mapa-mundi, que como bem disse Maria Prata, não é grande novidade, mas são bem divertidos.

 

Para o verão 2009 a estilista que faz sucesso entre as cariocas decide relembrar o Space Age dos anos 60, trabalhando bem em cima das silhuetas que marcaram esse período. Daí os vestidos evasês, trapézios e aquele aspecto meio “roupa de astronauta” – principalmente devido aos looks meio matelassados/com gomos – que aparecem principalmente nos ombros e joelhos. Aproveitando o clima sessentinha Alessa também investe numa coisa mais pop, com estampas de seu próprio rosto lembrando os quadros de Warhol. No fim a coleção – uma das melhores da estilista em constante evolução tanto técnica como de estilo – agrada pelo humor e pela boa execução das peças.

 

 

Teve também o desfile da marca mineira Drosófila, que para ser bem sincero me deixou bem em dúvida. Gostei bastante do mix de estampas e padronagens diferentes (como xadrezes e listras de diferentes cores e tonalidades) e também das sobreposições bem inteligentes do styling de Daniel Ueda. Mas até aí, nada mais do que isso. Os primeiros looks, com saia meio balonê, bem curtinha, meio amassadona eram bons, mas me lembravam alguma outra coleção já vista antes… E de fato eram bem parecidos com os looks da Proenza Schouler verão 2008. Fora isso merece atenção o look meio pijama masculino, que tem muita gente apostando ser um hit desta temporada – é só lembrar das coleções internacionais par ao verão 2008, vide Prada.

 

 

E a água – preste bem atenção que se tema vai se repetir muito até o fim de toda temporada – foi o que mote ao desfile da Mara Mac. Daí vieram os cabelos molhados, os aquários com peixes que as modelos carregavam, as pontuais estampas digitais de animais marinhos, o uso de neoprene – material muito utilizado em esportes aquáticos – e formas bem orgânicas de corte arredondados. Esse mix do esportivo com o mais sofisticado por sinal, foi um dos pontos mais marcantes da coleção, apresentado um contraponto até que interessante.

 

 

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Fashion Rio - day #2

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“Tô Bete!” é o que vinha escrito no convite hiper-fofo da Thais Losso, que depois de passar pela Zapping, Cavalera e Sommer, agora desfila sozinha como parte do projeto Fashion Container no Fashion Rio – um espaço dedicado à estilista como uma maior liberdade criativa. Hoje de manhã dei uma olhada nas fotos do desfile, e achei bem bom, viu? Thais continua com aquela coisa do exagero, mix de estampas, bons volumes e sobreposições, mas agora as roupas mostram a própria estilista, e não a imagem/estilo da marca para qual ela trabalhava como antes.

 

 

A base da coleção é o seriado Bete, a feia, mas não a versão americana que passa aqui pela Sony, mas a original, mexicana mesmo. Daí que Thais usa isso como mote para aproximar e ressaltar tudo que a gente tem de mais latino. E faz isso principalmente nas estampas e bordados, misturando xadrezes com florais, tecidos e cores que a princípio não se combinam. O resultado é uma coleção enxuta, mas bem inteligente, que diverte, agrada ao mesmo tempo que sugere uma certa reflexão e crítica.

 

Em uma de suas coleções mais sexy Walter Rodrigues – que pulou a última temporada de desfiles – volta com coleção inspirada em Audrey Hepburn e no filme Bonequinha de Luxo. Mas como sempre, o estilista não consegue deixar de lado a cultura oriental. Dessa vez, para o verão 2009, essa inspiração vem da arquitetura, cores e padrões vistos por ele em recém viajem a China.

 

 

Achei muito interessante como o estilista consegue trabalhar o hibridismo entre as duas referências. Os vestidos pretos, bem Bonequinha de Luxo ganham boas intervenções na modelagem para ficarem mais “chineses” e também mais atuais. A silhueta é bem justa na maioria dos looks, com cintura no lugar e marcada, mas sem exagero. Walter também trabalha com mistura de tecidos com tafetá, PVC, couro e seda. Sem contar na aplicação de bordados, canutilhos, franjas e miçangas, que junto com os bons drapeados ajudam a dar ainda mais sofisticação aos looks do Walter.

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Fashion Rio - começou!

Fashion Rio, verão 2009 No Comments »

Nesta temporada não pude ir ao Fashion Rio novamente por causa de trabalho… Mas como sempre, vou me esforçar bastante para fazer uma cobertura a distância, tentando falar pelo menos o que teve de mais legal e relevante em cada dia. Nada mais justo para quem está cobrindo via internet, até porque como o próprio Oliveros disse, na cobertura via blog “você pode eleger sobre quais quer escrever. Penso que nem tudo o que está sendo visto deveria ser digno de nota. Uma boa crítica, muitas vezes, pode ser não escrever nada sobre alguma coleção muito ruim“. E isso faz ainda mais sentido quando não se está cobrindo in loco, já que não se tem acesso as mesmas informações, ao clima do desfile e, o mais básico, porque ver por foto não é nada igual ao ver real.

 


Mas enfim, o domingo começou pianinho, com a coletiva de imprensa, desfile da marca estreante Specular com suas roupas bem rígidas, de tecidos metalizados e de minérios de pedras. Enquanto a técnica parece legal, merece atenção e tudo mais, falta um pouco de moda mesmo. Como a Maria Prata disse no post dela, a coleção quase sempre na silhueta ampulheta do New Look, se repete quase que a exaustão, mostrando uma imagem forte, mas que na prática não sai muito disso, não chega à um consumidor final. E quando isso acontece o próprio ciclo da moda não se fecha.

 

Depois teve o desfile-instalação da Rita Wainer da Theodora, falando do tempo e para isso fazendo boas referências as Moiras da mitologia grega. Tenho que confessar que nunca fui muito fã da Theodora, mas quando Rita decidiu dar novos rumos para marca, que resultou até em desfilar sobre seu próprio nome e não mais o da loja, comecei a mudar minha opinião. Embora não tenha amado seu desfile da coleção passada, não tinha como não reconhecer o talento da estilistas, que conseguiu apontar sua grife para um novo rumo, injetando uma alta dose de novidade, mas sem perder sua essência.

 

 

Agora, para o verão 2009, o que era bom, ficou melhor ainda. Sai de vez aquela coisa de roupa de menina, para entrar roupas de mulher mesmo, adulta, mas que não esconde seu lado bem feminino. As modelagens ficam mais complexas – diz que Rita fez quase que a coleção toda em moulage – e mais bem trabalhadas, os volumes mais harmônicos e a própria coleção mais bem amarrada. Com a apenas 10 looks, Rita investe em bordados, justaposições e mix de estampas, que de certa forma sempre esteve muito presente em seus trabalhos. Super recomendo a leitura do texto que o Oliveros fez sobre o desfile no blog dele, o Fora de Moda.

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Cantão

Cantão, Fashion Rio, inverno 2008 2 Comments »

Desfile jovem, cheio de referências e com boa informação de moda. Foi assim o desfile da Cantão, provavelmente um dos maiores destaques do dia de ontem no Fashion Rio. Em sua terceira temporada sob direção criativa Yamê Reis, a Cantão traz um inverno jovem, misturando referências étnicas, militares e até um pouco de tribos urbanos – eu super vi um quê grunge lá no meio. Com styling inteligente e excelente de Pedro Sales, o desfile mostra muita sobreposições, misturas de estampas e também de tecidos, vide peças que mesclavam vinil com outros tecidos naturais, como tricô. Cores fortes e claras, sempre bom para sair da mesmice escura que costuma dominar as passarelas de inverno. E o melhor? Peças que podem facilmente chegar em consumidores finais, sem as chatices comerciais.

Tricô punk

Coven, Fashion Rio, inverno 2008 No Comments »

De volta ao Fashio Rio depois de duas temporadas de folga para se dedicar a família, Liliane Rebehy Queiroz, estilista da Coven volta com ótimo desfile para o inverno 2008. O tema? Punk. O material? Couro? Látex? Não, tricô. Isso mesmo, Liliane trabalhou o material com maestria fazendo com ele calças mais justas, blazers mais soltinhos e até jaquetas perfectos – peça sensação deste inverno. Destaque também para o bom trabalho de volume próximo aos ombros e gola que aparece no último bloco do desfile. A estilista consegue atingir um bom equilíbrio entre uma imagem feminina, meio romantiquinhas, com a força e peso da referências punk. No geral, peças fáceis de usar na vida real, mas que também, graças à boa edição do desfile, não ficam chatas na passarelas e conseguem transmitir boa informação de moda.

Sta. Ephigênia

Fashion Rio, Sta. Ephigenia, inverno 2008 1 Comment »

Vocês já devem ter percebido que no Fashion Rio, nenhum desfile começa na Marina Glória. Ontem não foi diferente. O desfile da Sta. Ephigênia aconteceu no Jockey Club carioca, na Gávea. Primeira coleção da marca, depois da morte de Marco Maia. Para quem não sabe a Sta. Ephigênia – grife de sucesso entre socialites cariocas – era desenhada por uma dupla de estilistas. Agora, sob o comando único do Luciano Canale, o inverno 2008 não perde nada do DNA da marca, conseguindo agradar à fashionitas e suas fieis consumidores.

O tema da coleção era Eva Perón, num primeiro plano, mas como esta praticamente só se vestia de Dior, as referências a casa parisiense são invitáveis. Daí os vários looks com silhueta New Look – saia godê com forro bem volumoso, cintura marcada, e parte de cima mais ajustada no corpo. Fora isso, Luciano dá continuidade a elegância super feminina que caracterizam as coleções da marcas. Babados, paetês, caudas, muita transparência, drapeados e poás, tudo muito bem editado e composto de forma muito harmônica sem muitos excessos.

Maria Bonita Extra

Fashion Rio, Maria Bonita Extra, inverno 2008 2 Comments »

Estreando na Maria Bonita Extra, Ana Magalhães dá continuidade ao DNA da marca, tão bem trabalhado por Andrea Marques, que deixou a direção criativa da marca ano passado. Ao mesmo tempo que o estilo feminino da marca continua, Ana consegue ainda dar sinais de sua própria identidade na coleção. Se bem que ainda é um pouco cedo para afirmar isso. Temos que esperar mais coleções.

Para o inverno 2008, Ana brinca com androgenia, inserindo peças ou elementos masculinos em roupas femininas, que ganham ares mais adultos justamente por isso, mas ainda assim mantêm forte a feminilidade característica da marca. A androginia, por sinal, parece ser outra aposta forte deste inverno. Aqui aparece em coletes, golas de camisa, só que em vestidos, suspensórios, nos casacos lembrando jaquetas e blazers e nos sapatos.

As estampas, outro ponto marcante da marca, vem na forma de xadrezes, algumas estampas mais orgânicas, corações e também trabalhos de texturas em tricô. As transparências, hit do verão do hemisfério norte, também é bem trabalhada, as vezes em boas sobreposições.

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