roupa de pegar filho na escola

Uncategorized No Comments »

Achei super legal essa matéria que saiu hoje no Telegraph falando sobre como as mães se vestem para deixar ou buscar os filhos nas escolas. Está super didático, de um jeito bem fácil de entender todas as dicas.

 

Super lembrei da minha irmã que morria de medo quando meu pai ameaçava ir levar ela para o colégio de pijamas. Enfim, vale a leitura, e não só para as mães, já que as sugestões lá apresentadas podem ser úteis para um monte de gente em várias outras situações.

cadernos, blocos e agendas por Ronaldo Fraga

Hallmark, Ronaldo Fraga, Uncategorized No Comments »

Todo SPFW é a mesma coisa, o conceito da coleção não fica restrito as roupas e ao desfile em si, e acaba chegando também aos convites – as vezes até aos relases. Alguns são tão legais que a gente acaba nem jogando fora – não sem sentir um pinguinho de remorso.

 

 

Os convites e releases dos desfiles do Ronaldo Fraga são um bom exemplo. Há quatro coleções o estilista vem trabalhando em parceria com a Hallmark no desenvolvimento deles. E tem dado super certo. Tanto que o estilista resolveu estender essa parceria para uma coleção de blocos, agendas e cadernos.

 

Em diversos tamanhos formas e materiais, todos tem capas com estampas de diferentes coleções de Ronaldo, ou então com elementos iconográficos sempre muito presente em seu universo. As páginas internas também são todas ilustradas e decoradas bem no estilo da marca.

 

Agora a cada nova coleção uma linha de produtos de papelaria também será lançada.

 

Por enquanto, os produtos estarão disponíveis em pontos de vendas exclusivos, como a loja do Ronaldo Fraga em SP e Belo Horizonte, multimarcas de moda e design e também em algumas papelarias e livrarias espalhadas por todo país.

Tags: ,

quando eu morrer quero virar diamante

Uncategorized 2 Comments »

 

Gente, olha esse site que demais!!!

 

Diz que eles fazem diamantes de qualidade a partir das cinzas de seus “amados falecidos, em memória a vida única e maravilhosa deles”.

 

Thanks Cin!

mais bazar

Uncategorized No Comments »

Tags:

Amonstro e-store - super vale a pena!!!

Uncategorized No Comments »

Tags:

moda performática

Alexander McQueen, Uncategorized, moda, performance 5 Comments »

Para começar essa matéria, vamos analisar a etimologia da palavra desfile, só que em inglês. Na língua da Rainha Elizabeth, desfile = fashion show (drama!). E show em português, todo mundo bem sabe, pode ser traduzido como espetáculo, palavra que facilmente se relaciona com o teatro. E moda e teatro muitas vezes falam a mesma língua, bebem da mesma fonte, servem de inspiração um para o outro e até se utilizam de elementos dos dois universos.

 

Não foram poucos os estilistas que já colaboraram com figurinos de peças teatrais - em sua maioria balés ou musicais. Jean Paul Gaultier com Régine Chopinot, Christian Lacroix com a Ópera de Paris, Yohji Yamamoto com Pina Bausch e Issey Miyake com Willian Forsythe, são apenas alguns exemplos de colaborações de estilistas com o mundo do teatro e/ou da dança.

 


 

Aqui no Brasil essas parcerias são mais discretas e ainda não foram muito exploradas, talvez pela falta de recursos ($$$) da indústria teatral. Ronaldo Fraga já chegou a assinar o figurino para trabalho Grupo Corpo, além de Isabela Capeto, Samuel Cirnansck e a marca Patachou que também já trabalharam com figurinos teatrais.

 

Mas tudo o que vai, volta, não é mesmo? Por isso muita vezes os desfiles de moda acabam tomando proporções bem teatrais, com direito à performances e danças, para fugir daquele formato batido do simples desfilar ao som de uma música modernete.

 

Já vimos desfiles com danças, projeções holográficas, roupas que se transformavam, bandas, e até uma apresentação de ballet - pense em Issey Miyake, que botou os modelos como os próprios bailarinos do balé de Forsythe.

 

 

Em território nacional, Lino Villaventura, Ronaldo Fraga, Karlla Girotto e Adriano Costa talvez sejam os estilistas que mais apostaram no formato teatral para apresentar suas coleções. No exterior não resta dúvida: Alexander McQueen e Hussein Chalayan sabem como poucos explorar formas performáticas para substituir a tradicional passarela.

 

 

“Na exposição Vizinhos, que procurava evidenciar o legado de Leonilson no jovem artista, realizada na Galeria Vermelho, em São Paulo, tiveram lugar as performances de moda, sob o título Corações ex-postos. A idéia era usar a moda para restabelecer a ponte–que Leonilson tanto buscava – entre o desejo do movimento, mesmo que fugaz, e a obra de arte. A escolha dos estilistas repousou na observação de quem na moda estabeleceria um diálogo com Leonilson. A escolha recaiu sobre Karlla Girotto, Raquel Uendi, Priscilla Darolt e Adriano Costa, que de diferentes formas responderam à questão, mas que tinham pelo menos um traço comum: formação ou ligação com artes plásticas, ocupando de certa forma um“não-lugar”no mundo da moda, talvez porque cada uma das produções representa uma antítese do caráter modal, do cíclico, das tendências gramáticas tão caras ao mercado fashion”, escreveu Ricardo Oliveros para a Revista Cult.

 

 

O assunto é bem polêmico já que esbarra na eterna discussão da pergunta: moda é arte? Será que um desfile, ou melhor, a moda como linguagem, tem a capacidade de produzir imagens que revelam o espírito e vontades de determinado tempo? “Talvez isso explique porque cada vez mais galerias e museus dão espaço para as relações que ela propõe”, responde Oliveros.

 

E não vamos esquecer o questionamento que começa a surgir hoje sobre a importância dos desfiles. Estes acontecem duas vezes ao ano, mais ou menos a cada 6 meses, com o intuito de apresentar/divulgar para compradores e imprensa as novidades de uma coleção. Antigamente, no começo do século XX, eram apenas com os próprios desfiles que as roupas podiam ser encomendadas pelos consumidores mais ávidos e, posteriormente, pelos compradores que revenderiam as criações.

 

 

Hoje em dia já não é bem assim. Pode-se tranquilamente comprar e encomendar diversas peças de uma coleção sem assistir ao desfile. E isso graças aos showrooms. Com isso, o que era de se esperar e que de fato aconteceu durante algum tempo, foi que os desfiles assumiram a forma de performance, de show. Quem viveu nos anos 80 aqui no Brasil deve se lembrar dos mega desfiles orquestrados por Paulo Borges (hoje diretor artístico do SPFW) e o estilista Conrado Segreto. A coisa era tão artsy que inclusive tinha atrizes no lugar das modelos, caso de Deborah Block.

 

Daí aquela idéia de se esperar algo mais elaborado de um desfile de moda, algo que encante, fascine, como que um ato teatral, ou como um happening contemporâneo, como explica Oliveros: “Têm vários autores que defendem esta tese que é meio polêmica. Mas se considerarmos que a performance é uma linguagem que reúne várias outras em uma ação, alguns desfiles, como os supracitados, podem receber esta leitura crítica, sim. O problema é a generalização, todo desfile é uma performance? Não. Mas alguns desfiles pode ser considerados como tais? Sim.”

 

Texto publicado orignalmente no site do SPFW

 

 

Tags: ,

Em pensar que já gostei dele… Mas nem tudo está perdido

Uncategorized No Comments »

Tá sabendo que o Norman Cook (aka Fatboy Slim, ou melhor ex-Fatboy Slim) está começando um novo projeto, né? Aqui fala mais sobre isso.

 

Mas enfim, saiu na internet o primeiro clipe deste novo projeto, o The BPA (The Brighton Port Authority). O vídeo em si é bem bom. Com uma brincadeira bem legal com tarjas pretas. Mas a música… não vou nem comentar. Assiste aí:

 

Tags: , ,

Graph Jam!

Uncategorized No Comments »

Quero ver alguém falar que esses gráficos são chatos!

 

 

 

 

 

São todos do site/blog graphjam. Lá tem váaaarios gráficos nada convencionais com dados da cultura pop, sendo que alguns são bem realísticos, enquanto suuuper engraçados. Enfim, se falar muito perde a graça. Passa lá que vale o clique!

Tags:

por uma roupa além da moda

Uncategorized 4 Comments »

 

De verdade, não consigo entender porque tem tanta gente com preguiça (e também preconceito) com o Ronaldo Fraga. Não com a pessoa em si, mas com suas roupas. Qualquer um que se interessa um pouco por moda já deve ter ouvido comentários, do tipo “roupas de Maria mijona” sobre as peças de Ronaldo. Além disso, ouvi um monte de comentários durante e depois do SPFW de gente que morria de preguiça das coleções do estilista, que era tudo chato, bla bla bla.

 

E eu sempre defendendo o trabalho dele. Tanto que até fiquei conhecido aqui na redação do site como defensor do Ronald Fraga. Tenho que confessar que não sou fã do estilista, mas respeito e acho super válido, interessante, importante e quase único o seu trabalho.

 

Existem alguns estilistas que conseguem levar sua roupa para além da moda propriamente dita. Roupas que carregam valores em si que remetem à uma série de outros fatores e questões culturais. Quando vestidas conferem à seus portadores valores mais atrsy-cult do que de fashionistas. É o caso de Ronaldo Fraga, Lino Villaventura, Karla Girotto e até um pouco de Alexandre Herchcovictch.

 

Se pararmos para pensar, são todos estilistas que acabam olhando mais para seus próprios universos, para coisas do mundo que os interessam e acabam sendo traduzidas para roupa. E de fato, o Ronaldo Fraga sabe fazer isso como poucos. Suas roupas acabam tendo um peso cultural muito mais forte do que mero movimentos de moda, tendências e etc.

 

 

Ora regionalista, ora aristas, ora musical ou até estilistas mesmo, Ronaldo consegue transpor para suas coleções valores que transcendem o efêmero mundo da moda. A mulher que compra Ronaldo Fraga, não o faz para ficar a par das últimas tendências do momento, mas sim porque se identifica com o tema, com a pesquisa estética e com o próprio universo do estilista.

 

Como diz no seu novo blog, Ronaldo “tronou-se estilista no susto. Nunca desejou sua carreira, não teve mãe costureira ou irmãs provando vestidos em casa e nunca brincou de boneca. Começou pelo simples fato de saber desenhar. Trezentos anos depois, continua ilustrando personagens para suas estórias: o que muitos chamam de moda”.

 

Tags:

the come back

Uncategorized No Comments »

E diz que a Grace Jones vai lançar um álbum novo, né? Até já saiu o clipe de um dos singles, Corporate Cannibal, dirigido pelo Nick Hooker. Na verdade, eu nunca gostei muito da música dela, como sigo não gostando (muito menos do clipe). Mas gosto bastante da imagem dela, principalmente nos anos 80 (auge de sua carreira, né?). E o mais interessante é que ela - e sua música - não mudou quase nada. Achei isso bem bom, já que muitos dos artistas que fizeram sucesso nos anso 80 e tentaram voltar sempre se perderam no meio do caminho, não é mesmo?

 

 

Para quem nunca ouviu falar, Grace Jones começou sua carreira no fim dos anos 70, mas precisamente em 1977 numa festa de reveillon no lendário Studio 54, onde cantou pela primeira vez em NY à convite de seu amigo Kenzo Takada – sim, o estilista - que realizava um desfile no clube. Daí para frente, o status de diva disco-gay estava selado para sempre.

 

No começo dos anos 80 resolveu dar novos rumos para sua música e se jogou na onda new-wave, mudando também seu visual. Foi também nesse período que conheceu o designer gráfico e fotógrafo Jean-Paul Goude – com quem acabou tendo um filho -, responsável por incentivar ainda mais seu novo visual, tudo que os anos 80 mais pediam. Um look poderoso, andrógino, bem geométrico (vídeo seu corte de cabelo) e extremamente sexual.

 

Não foi à toa que além de Goude, Jones virou musa de artistas como Andy Warhol e Keith Haring. Seu visual também virou inspiração para inúmeros estilistas da época que à tomaram como musa mor. Caso de Azzedine Alaïa, que encontrou na imagem forte de Jones o corpo perfeito para seus looks glamzons. A cantora e perfomer era a personificação de tudo o que a moda buscava nos anos 80, androgenia, sexualidade, exagero, geometria e muito poder.

 

Seu status como fashion icon permanece até os dias hoje. Só que ao invés de ser vista como modelo nas passarelas – tudo bem a Diesel até chamou Grace Jones para desfilar recentemente -, agora é vista ao lado de Kate Moss na primeira fila dos principais desfiles do planeta fashion.

 

 

 

Ah, o álbum deve ser lançado em outubro.

 

Tags:

Original WP Theme by N.Design Studio, darkened and improved by richl.com. oknaplus
Entries RSS Comments RSS Log in